em 28 de maio de 2015
Restaurado o tamanho da janela do computador. Minimizada a janela da sala ao lado. Ar em dezoito graus. Condicionado o sol a iluminar e esquentar apenas o que lá fora se encontram. Dentro estou, na frente da máquina, com janelas amontoadas e letras reduzidas, disfarçando o óbvio. Estou dentro, sentindo frio e angústia. Receio o tempo, o seu clima, sua voltagem e sua medida. Num abraço rasgo a cortina. Ele entra, ilumina e vai. No intervalo de um profundo suspiro e do vagaroso piscar dos olhos.
