Quase miúdo
Que conduz a voz à cabeça
Que arredonda a bexiga murcha
Que atiça a brasa solitária
De tão pequeno
Não apaga a chama
Nem refresca do calor
Não se presta ao assovio
Nem corrompe o som tolo
É menino pequeno
Que não cresceu
Nem acompanhou a idade
Ficou lá, baixinho
Tentando ser grande
Na miudeza resistiu
porque cabia em tudo